DUQUE DE CAXIAS - A polícia civil abriu inquérito para investigar um motorista de aplicativo, que se negou a levar uma família candomblecista na cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Membro da família havia solicitado o carro pelo o aplicativo da Uber, quando o veículo chegou no local, o condutor não aceitou que a família embarcasse. O caso chegou a ser filmado por câmera de segurança.
Segundo um das vítimas, ela solicitou uma corrida para o terreiro que frequenta acompanhada de suas duas filhas, uma de 8 e outra de 13 anos, e de sua sogra, mas quando o motorista chegou para buscá-las, ele teria sido grosso e desistido da viagem. Diante das denúncias e das imagens apresentadas na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), o caso segue sendo investigado.
Procurada, a empresa de aplicativo, Uber, informou que não tolera discriminação e desativou a conta do motorista, até que os fatos sejam esclarecidos. (Leia a nota a baixo).
"A Uber não tolera qualquer forma de discriminação. Em casos dessa natureza, a empresa encoraja a denúncia tanto pelo próprio aplicativo quanto às autoridades competentes e se coloca à disposição para colaborar com as investigações, na forma da lei. A conta do motorista parceiro já foi temporariamente desativada, enquanto aguardamos pelas apurações", informou a empresa.
"A Uber busca oferecer opções de mobilidade eficientes e acessíveis a todos. A empresa reafirma o seu compromisso de promover o respeito, igualdade e inclusão para todas as pessoas que utilizam o aplicativo", concluiu.
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